Esta carta dá que pensar, dá mesmo.
Depois de estar 10 minutos a olhar para o ecrã para tentar decidir a quem a escrever, acabei por não decidir a quem escrever. Decidi que nem a vou escrever.
Simplesmente porque não há ninguém que eu queira que me perdoe. E isso, é bom sinal
8 de outubro de 2010
mais três para a minha lista interminável
Tenho uma lista de livros que eu diria enorme para ler...
- Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos
- Nunca me esqueças de Lesley Pearse
- O Inferno de Alice de Alice Jamieson
- Quatro Águas de Maria do Pilar Figueiredo
- acabar o da Margarida Rebelo Pinto (Onde reside o amor)
- acabar o Memorial do Convento
e ainda tenho de ler um livro por período para português (mas já li o do 1º período)
E agora, tenho mais estes três na minha lista:
Espero que o investimento valha a pena xb
- Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos
- Nunca me esqueças de Lesley Pearse
- O Inferno de Alice de Alice Jamieson
- Quatro Águas de Maria do Pilar Figueiredo
- acabar o da Margarida Rebelo Pinto (Onde reside o amor)
- acabar o Memorial do Convento
e ainda tenho de ler um livro por período para português (mas já li o do 1º período)
E agora, tenho mais estes três na minha lista:
Espero que o investimento valha a pena xb
7 de outubro de 2010
Jesus Cristo SuperStar
Este é um daqueles musicais que se vai ver uma vez e se tem vontade de o voltar a ver mais umas 1001 vezes. Já lá vão 2 anos e uns meses (5 de Junho de 2008, no Teatro Politeama em Lisboa), mas é inesquecivel, juro.
"Com um elenco extraordinário de actores, cantores, bailarinos e músicos em que se destaca Gonçalo Salgueiro e David Ventura no papel de Jesus da Nazaré, Laura Rodrigues e Sara Lima em Maria Madalena, Pedro Bargado em Judas Iscariotes, Hugo Rendas em Herodes, Bruno Galvão em Pôncio Pilatos, à frente de 54 intérpretes que levam ao rubro o público no espectáculo que a critica considerou o Melhor Espectáculo de sempre de Filipe La Féria."
Eu voltava, voltava mesmo. Mas mesmooooooooooooooooo! Por todos motivos e mais algum. Por todas as boas recordações que consegui coleccionar em apenas 2 dias.
12# Carta para a pessoa que mais odeias, ou que te causou maior sofrimento.
Escrever esta carta é tempo perdido, acreditem.
6 de outubro de 2010
11# Carta para uma pessoa falecida com a qual gostavas de falar.
Como não poderia deixar de ser,
Querida avó,
Sabe, nunca me passaria pela cabeça escrever esta carta sem ser para si! Preferia nem a escrever!
Tenho pena que tenha partido tão cedo. Tenho pena de não a ter conhecido. E também tenho pena que não me tenha conhecido e que não tivesse tempo de se orgulhar de mim, a neta que mais herdou os seus genes. Pelo menos é o que dizem. Dizem que sou a sua cara chapada. Se é verdade ou não, não sei. Só sei que me orgulho e me babo cada vez que me dizem isso. No fundo acho que sou uma neta mais-que-babada, mesmo não a tendo conhecido ainda em vida.
Ainda hoje não sou capaz de compreender como partiu tão cedo. O homem da sua vida ainda cá está, felizmente. Eu sei que ele a amará eternamente, isso reflecte-se nas atitudes dele. Sei que ele não gosta de ir ao cemitério nem à missa desde que partiu. Talvez ele pense que assim não sentirá tanta dor. Ele lá tem a sua maneira de fazer o seu luto, e todos nós respeitámos isso. Mas não compreendo, juro que não. Podia atrever-me a perguntar, mas sei que isso, mesmo após tantos anos, ainda causa dor àqueles que deixou cá como seguidores da sua história e prova da sua existência. A maior parte deles eram ainda novos quando a perderam, e isso marcou-os eternamente. Sei disso porque tenho um cá em casa e, mesmo sendo homem, sei que ele ainda se comove cada vez que se fala em si.
E sabe, sinto-me orgulhosa de si. Tal como se sentem todos os que ainda têm bocadinhos do seu sangue! E tal como você se devia sentir também. Orgulho-me de si por me ter deixado 11 maravilhosos seres, que já, não todos, deram origem à sua própria família. E, no fundo, são eles o meu maior motivo de felicidade. São eles que me fazem sorrir, maioritariamente.
E se sou tão parecida consigo fisicamente como dizem, espero também ser como pessoa. E eu acho que sou, sinceramente. Já tirei as minhas próprias conclusões e concluí que sou igualzinha ao meu pai (ok, tirando aquele amor que ele tem pela matemática). E se saio ao meu pai como pessoa, também tenho as suas marcas.
Às vezes acho que a vida é demasiado cruel para ser verdade. Separá-la dos seus filhos, do seu marido, de toda a sua família, tão cedo, foi sem duvida uma crueldade. Ninguém merecia. Nem eles, nem vocês e, arrisco-me a dizer, nem eu e todos os seus netos. E falo neles porque sei que eles pensam como eu, sei que eles têm a mesma angústia que eu.
Só lhe peço, olhe por si, olhe mim, olhe por eles. Por todos eles. Pessoas como eles não se encontram em qualquer lado, nem há aos pontapés. Uma família como a sua merece estima, felicidade, amor e muito carinho. Sei que posso contar consigo para isto, graças a Deus.
Tenho pena que tenha partido tão cedo. Tenho pena de não a ter conhecido. E também tenho pena que não me tenha conhecido e que não tivesse tempo de se orgulhar de mim, a neta que mais herdou os seus genes. Pelo menos é o que dizem. Dizem que sou a sua cara chapada. Se é verdade ou não, não sei. Só sei que me orgulho e me babo cada vez que me dizem isso. No fundo acho que sou uma neta mais-que-babada, mesmo não a tendo conhecido ainda em vida.
Ainda hoje não sou capaz de compreender como partiu tão cedo. O homem da sua vida ainda cá está, felizmente. Eu sei que ele a amará eternamente, isso reflecte-se nas atitudes dele. Sei que ele não gosta de ir ao cemitério nem à missa desde que partiu. Talvez ele pense que assim não sentirá tanta dor. Ele lá tem a sua maneira de fazer o seu luto, e todos nós respeitámos isso. Mas não compreendo, juro que não. Podia atrever-me a perguntar, mas sei que isso, mesmo após tantos anos, ainda causa dor àqueles que deixou cá como seguidores da sua história e prova da sua existência. A maior parte deles eram ainda novos quando a perderam, e isso marcou-os eternamente. Sei disso porque tenho um cá em casa e, mesmo sendo homem, sei que ele ainda se comove cada vez que se fala em si.
E sabe, sinto-me orgulhosa de si. Tal como se sentem todos os que ainda têm bocadinhos do seu sangue! E tal como você se devia sentir também. Orgulho-me de si por me ter deixado 11 maravilhosos seres, que já, não todos, deram origem à sua própria família. E, no fundo, são eles o meu maior motivo de felicidade. São eles que me fazem sorrir, maioritariamente.
E se sou tão parecida consigo fisicamente como dizem, espero também ser como pessoa. E eu acho que sou, sinceramente. Já tirei as minhas próprias conclusões e concluí que sou igualzinha ao meu pai (ok, tirando aquele amor que ele tem pela matemática). E se saio ao meu pai como pessoa, também tenho as suas marcas.
Às vezes acho que a vida é demasiado cruel para ser verdade. Separá-la dos seus filhos, do seu marido, de toda a sua família, tão cedo, foi sem duvida uma crueldade. Ninguém merecia. Nem eles, nem vocês e, arrisco-me a dizer, nem eu e todos os seus netos. E falo neles porque sei que eles pensam como eu, sei que eles têm a mesma angústia que eu.
Só lhe peço, olhe por si, olhe mim, olhe por eles. Por todos eles. Pessoas como eles não se encontram em qualquer lado, nem há aos pontapés. Uma família como a sua merece estima, felicidade, amor e muito carinho. Sei que posso contar consigo para isto, graças a Deus.
Obrigada por cuidar de nós.
Terei eternamente um pedaço de mim que, apesar de irreconhecível, sei que o herdei de si.
Um dia, sei que nós encontraremos lá em cima, apesar de nos termos desencontrado cá em baixo.
Ah! Só o facto de ter o seu nome, para mim já é uma alegria.
Terei eternamente um pedaço de mim que, apesar de irreconhecível, sei que o herdei de si.
Um dia, sei que nós encontraremos lá em cima, apesar de nos termos desencontrado cá em baixo.
Ah! Só o facto de ter o seu nome, para mim já é uma alegria.
Eternamente, mulher que deu a razão de viver; eternamente, mulher corajosa; eternamente, mulher de armas; eternamente, avó.
5 de outubro de 2010
Escola 'nova'
Após um ano e tal de obras, muito pó, imenso barulho, trolhas parvos e tudo mais! A escola está novinha. Com uns acabamentos um bocado mal feitos, mas enfim. Nada que não se cure. Gostava mais das antigas cores (azul e branco), é que estas dão demasiado nas vistas, enfim! É pena que seja o meu último ano (espero) lá na escola. Até está bonitinha. Há quem diga que parece um centro comercial ou um hotel (?)...
Eu não tenho duvidas, a melhor escola de Braga e arredores xD (tenho de me gabar daquilo que é 'meu', né?)!
E pronto, podem dar-me a vossa opinião acerca do novo visual da Escola Secundária de Alberto Sampaio, se quiserem...
Parabéns aos arquitectos, engenheiros, trolhas, picheleiros, electrecistas, carpinteiros, vidreiros, e bla bla bla bla bal bla!
É tudo.
P.S: SABEM O QUE É QUE NÓS TEMOS NO MEIO DOS BLOCOS? JARDIM -.-
Eu não tenho duvidas, a melhor escola de Braga e arredores xD (tenho de me gabar daquilo que é 'meu', né?)!
E pronto, podem dar-me a vossa opinião acerca do novo visual da Escola Secundária de Alberto Sampaio, se quiserem...
Parabéns aos arquitectos, engenheiros, trolhas, picheleiros, electrecistas, carpinteiros, vidreiros, e bla bla bla bla bal bla!
É tudo.
P.S: SABEM O QUE É QUE NÓS TEMOS NO MEIO DOS BLOCOS? JARDIM -.-
4 de outubro de 2010
10# Carta para alguém com quem não falas tanto quanto gostarias.
Finalmente uma carta que me entusiasma, pouco, mas entusiasma.
Claro, o meu coração manda, eu faço. E para quem mais poderia eu escrever esta carta se não para ti, J? Ninguém. Neste momento, ninguém.
Há coisas que não conseguimos explicar, já disse isto em tempos, mas é daquelas frases que fazem sempre sentido e que nos atravessam o pensamento constantemente. E de facto, o que eu nutro por ti é algo que não só não percebo, como não sei explicar e nem tão pouco me atrevo a intitular.
Tenho saudades, tenho mesmo, das noites de verão em que eu levava o computador para o quarto só para poder falar contigo até ás tantas. Nunca fiz isto por ninguém, e por mais pequeno que este gesto pareça, para mim tem um significado enorme. Tínhamos sempre conversa, sempre. Passávamos horas a falar de música ou de séries. E eu sentia-me tão bem. Por mim ficaria a falar contigo a noite toda, e que se lixe a cama, que se lixe o sono! Nada que não se cure!
Há palavras que ficaram. Palavras que me dizias para eu tentar perceber as entre-linhas. E eu percebia. Percebia mas não me atrevia a perguntar-te o porquê ou se tinha percebido bem. Até porque eu sei que tu não gostas disso.
A tua maneira de ser fascina-me. Não só pelo que és, mas sim pela forma como mudaste. Passados tantos anos eu juraria que nem és a mesma pessoa. Mudas-te tanto tanto tanto! E para melhor. Muito melhor. Só isso já me faz gostar de ti. Faz-me ter orgulho em ti!
Não tenho dúvida, és especial. Mesmo! Tal como temos feito, eu gostava de continuar a fomentar a nossa relação. Seria capaz de dizer que tenho planos. Planos para um 'nós', caso algum dia esse nós possa existir.
Gostava de pedir-te para ficares comigo, mas há coisas que ainda não tenho coragem de te dizer.
Não por vergonha, mas por insegurança.
Há coisas que não conseguimos explicar, já disse isto em tempos, mas é daquelas frases que fazem sempre sentido e que nos atravessam o pensamento constantemente. E de facto, o que eu nutro por ti é algo que não só não percebo, como não sei explicar e nem tão pouco me atrevo a intitular.
Tenho saudades, tenho mesmo, das noites de verão em que eu levava o computador para o quarto só para poder falar contigo até ás tantas. Nunca fiz isto por ninguém, e por mais pequeno que este gesto pareça, para mim tem um significado enorme. Tínhamos sempre conversa, sempre. Passávamos horas a falar de música ou de séries. E eu sentia-me tão bem. Por mim ficaria a falar contigo a noite toda, e que se lixe a cama, que se lixe o sono! Nada que não se cure!
Há palavras que ficaram. Palavras que me dizias para eu tentar perceber as entre-linhas. E eu percebia. Percebia mas não me atrevia a perguntar-te o porquê ou se tinha percebido bem. Até porque eu sei que tu não gostas disso.
A tua maneira de ser fascina-me. Não só pelo que és, mas sim pela forma como mudaste. Passados tantos anos eu juraria que nem és a mesma pessoa. Mudas-te tanto tanto tanto! E para melhor. Muito melhor. Só isso já me faz gostar de ti. Faz-me ter orgulho em ti!
Não tenho dúvida, és especial. Mesmo! Tal como temos feito, eu gostava de continuar a fomentar a nossa relação. Seria capaz de dizer que tenho planos. Planos para um 'nós', caso algum dia esse nós possa existir.
Gostava de pedir-te para ficares comigo, mas há coisas que ainda não tenho coragem de te dizer.
Não por vergonha, mas por insegurança.
Se algum dia, tal como eu, desejares estar ao meu lado, podes ter a certeza que nunca te fecharei a porta! Nunca mesmo. Para ti, eu estou sempre disponível, J.
Obrigada por tudo. <3
Obrigada por tudo. <3
9 # Carta para alguém que gostasses de conhecer.
Já conheço quem me faça feliz. Só me falta o amor da minha vida. Mas quem sabe se esse amor não faz já parte do meu círculo de amigos. Às vezes gosto de pensar que sim.
E não, não vou escrever uma carta a um amor que ainda não sei quem é. É uma perfeita estupidez. Peço desculpa.
E não, não vou escrever uma carta a um amor que ainda não sei quem é. É uma perfeita estupidez. Peço desculpa.
2 de outubro de 2010
beijinho na bunda e até segunda (:
Vou passar o fim-de-semana fora. Quando voltar venho cá aceitar os comentários e retribui-los.
Já agora também posso relatar o fim de semana e postar algumas fotos, ok? Beijinhos e até segunda *
Já agora também posso relatar o fim de semana e postar algumas fotos, ok? Beijinhos e até segunda *
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