História do mês de Abril:O Funeral da Quilhada deu-se no dia 6 de Junho de 2006. Mas o Senhor Bala, não estava nada contente com a Vida que tinha. Descobriu que era gay e que amava o Senhor Vieira e os dois acabam por ter relações.Passado um ano, o Bala vai casar com o Senhor Felicidade (ao contrário do que o nome indica, ele está muito triste porque foi obrigado a casar com o amante) e como o Bala andava sempre triste queria herdar o nome felicidade.
No dia 7 de Julho de 2007 Eles casaram-se, o dia escolhido não foi à sorte, foi porque é o dia das Maravilhas, e Este casal é o casal Maravilha do Ano.Já na igreja, como manda a lei da noiva fazer esperar o noivo, o Sr. Felicidade estava muito ansioso por não ver o seu ''amado''. Sr. Felicidade estava elegantíssimo, camisinha branca, fato preto, um laçarote todo janota...todo aprumado. Chega o momento...musica da noiva lançada...chegou o momento que todos esperavam. Bala entra de vestido branco ate aos pés, com a venda a tapar-lhe a cara. Quando o Bala chega a meio do tapete vermelho, perde o equilíbrio e cai, por mero azar, estava um dia de chuva e o Pátio era de Terra (quer dizer, nos dias de chuva ficava todo enlameado), e os convidados sujaram o tapete todo, estava vermelho e ficou castanho, e o Bala estava todo de branco, mas a partir do momento em que caiu ficou a condizer com o Tapete (ficou todo sujo de lama). Foi a risota do ano...Mas isso não o impediu de casar, o que o impediu de casar foi outra coisa…
A cerimonia decorreu com naturalidade, até que chega o momento das juras de amor eterno, os convidados ficaram comovidos. No final das juras, o senhor padre diz: ''Quem tiver alguma coisa contra que diga agora ou cale-se para sempre...''. Houve silêncio por parte dos presentes, até que, entram os alunos do 9º1 a pedirem notas superiores às que mereciam.
Houve quem aproveitasse a generosidade do professor e houve quem não aproveitasse pedindo apenas 2+. Ainda houve um momento inesperado, o Sr. vieira entra na igreja dizendo: ''Estou contra esta união! Eu amo o meu Carlindinho!''. Como a nossa cara colega diz: ''ficamos atónitos''.O Sr. Vieira contou a sua história.
"À uns bons anos...para ai à uns 13, eu conheci um senhor, ele era bom! Nós envolvemo-nos num jogo de sedução, foi magnifico...''
As novidades não ficavam por aqui. Um jovem interrompe o Sr. Vieira dizendo: ''E foi nessa noite que me fizeram...eu sou o Redondo...o Stor não é meu pai, é minha mãe...''. Ficaram todos boquiabertos e interrogavam-se: ''Como pode ser?''. O Stor calculou que os presentes levantassem esta questão e disse: ''É verdade, TUDO verdade, eu não tenho pila''.
Senhor felicidade todo contente diz aos convidados: ''Pessoal! Gostavam de saber o resto da história? Esperem pelo próximo mês!''
Por: Armanda Cunha nº 5 e João Oliveira nº 9
Já lá vão 2 anos desde que acabei o meu 9º ano. Mas uma turma como aquela é impossivel de esquecer. Tinhamos uma tradição. Todos o meses faziamos uma história sobre as personagens da escola que nos faziam rir. Tipo, o prof de mat, a empregada gorda, o empregado dos balneários que tinham uma motinha barulhente, etc! Eu e o João Pedro, o meu melhor amigo, eramos os responsáveis por tais histórias. Ainda hoje me rio delas. E tenho saudades, muitas mesmo, de escrever estas histórias que tanto uniam a turma. Riamos todos juntos como se não houvesse amanhã.
Tenho pena que nada dure para sempre. Hoje sou sincera, as histórias são as poucas coisas que restam da nossa união. Infelizmente! EU QUERO VOLTAR PARA O 9ºANO! Quero a minha turma (9º1), a minha escola (E B 2/3 Frei Caetano Brandão), os meus professores (todos!), quero tudo como antes! :(


