26 de abril de 2017

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Você era tão bonito, avô...

Onde estará, agora, enquanto estou aqui perto de si? De que lugar do céu estará a olhar para mim? Tomara que eu soubesse. Olhá-lo-ia nos olhos. Estou desolada. Que ausência é esta que decidiu fazer-nos sentir? É demasiado doloroso. Não lhe sei virar as costas. Imagino como estará agora. Frágil. Mais do que nós aqui na terra? Não sei se acredito. Aqui é demasiado custoso. Duro. Quanto mais tempo teremos que aguentar? 

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