26 de setembro de 2016

O que eu dava para voltar no tempo

São quase quatro da manhã. Não consigo dormir, não consigo pensar, não consigo sequer tentar adormecer.
Sinto a tua falta. Só queria que esta falta fosse de distância, como quando foste de Erasmus e eu te escrevi pela primeira vez, sem medos nem vergonhas. Essa distância cura-se, contorna-se, mas esta distância que temos agora não... Não se cura, não se apaga, não se remedeia. Aguenta-se, sobrevive-se...

Fazes-me falta. Não te consigo inventar. Amo-te.

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