22 de setembro de 2015

das noites a pensar em ti

Vou escrever-te, meu amor. Já o fiz antes, sem saberes. Fiz-o quando deixaste Portugal e uns dias depois dei pela tua falta e me apercebi dos milhares de quilómetros que nos impediam de tanto. Fizeram-nos bem, sabes?

Já passaram as duas e meia da manhã e tu adormeceste, assim, de repente. Nem imaginas a minha vontade de estar ai, ao teu lado, a ver-te dormir sossegadamente. Acariciar-te o rosto sem nunca perturbar o teu sono, mexer-te no cabelo. Olhar-te, simplesmente. Nem imaginas a minha vontade de deixar que te apoderes desta minha noite de sono, assim como tão facilmente te tens apoderado dos meus sonhos. De todos eles. Vou dormir. Quero-te tanto.

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