3 de junho de 2012


E eu vou amar-te para sempre, meu amor. Aqui ou em outro lugar do mundo. Nesta vida ou na outra, aquela que nos cai no peito sem sabermos quando nem como e, muitas vezes, nem porquê. Vou amar-te assim, desta forma. Como te estou a amar neste momento, enquanto te escrevo estas palavras e te vou sentindo. Cansado e triste. Zangado com a vida por não te trazer nada de bom. Mas, meu amor, diz-me só desta vez que eu sou algo bom na tua vida. Nessa tua vida difícil. Diz que eu sou o teu ombro. O eterno amor dessa tua vida traidora.
Desculpa. As lágrimas caem-me. Por te amar tanto e te querer ver eternamente bem. Sem que os problemas roubem minutos a essa tua juventude. A essa juventude que arrastas contigo para onde quer que vás. Sem que eles te roubem essa tua alegria natural. Sem que tirem de mim esse teu sorriso. E sem que me tirem o sorriso a mim. Por favor, pede para nunca me tirarem o sorriso, meu amor. É só o que te quero pedir, meu sorriso.

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